A Figura Do Robô Humanóide Em Algumas Transposiciones Da Literatura Ao Cinema

A Figura Do Robô Humanóide Em Algumas Transposiciones Da Literatura Ao Cinema

A Figura Do Robô Humanóide Em Algumas Transposiciones Da Literatura Ao Cinema 1

A amargura com o futuro aumenta na modernidad2 (Habermas, 1993) e a potência com a sobremodernidad (Augé, 2004), qualquer coisa importante no surgimento do gênero de ficção científica. Os mundos da ficção científica (CF em diante), que costumam ser outros mundos, estão povoados por outros.

1. Esses e outros mundos configuram diferentes formas de inventar ontologias (outras naturezas, novas leis físicas, outros tipos de seres, novas sociedades, outros tipos de relações entre seres sociais), o que, em rigor, o que implica o abandono de uma ontologia.

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3. O que resulta de tudo isso são diferentes maneiras de criar a identidade. O humano é algo problemático, que adquire seus contornos em atividade dos outros e que, por constante oposição e de afinidade, é re-montado incessantemente, ou melhor, des-naturalizado, des-ontologizado.

A frase monstro vem da expressão em latim monstrum, que significa desejo, de modo que os animais e os seres humanos que nasciam deformados eram considerados como advertências divinas de desgraças futuras. Assim, pela Idade Média, quando deixei a homologia formal entre fantasia e experiência (Agamben, 2001), era comum pintar ou esculpir os monstros nos portais das igrejas, como advertências, como avisos a respeito da vida real.

As sociedades mais normalizadas costumam combinar homologias entre as imensas categorias de valores (ética, estética, morfológica, tímica) e, em períodos de maior “ordem”, homologações rígidas entre os termos positivos e entre os termos negativos das 4 categorias. Em vista disso, como por exemplo, o que é considerado fisicamente conforme será também prazeroso, de elegante e portador de euforia (Calabrese, 1989). Não obstante, bem como se produzem rupturas, derivações, investimentos, combinações com ligação a essas homologações. Os monstros contemporâneos corresponderiam a certos alterações no regime de homologação. O respectivo destes seria a suspensão, o cancelamento, a neutralização das homologações das categorias de valor.

Se caracterizam na instabilidade e na sua informidad, tópico da superior relevância, dado o feitio social da teratologia, já que essas categorias acumulam bem como a população contemporânea. Agora, da CF, que exibe todas estas características no tratamento dos monstros, também tende a repensar seu papel, aproveitando a tua situação liminal para abrir caminho pra recentes alternativas.

por este fato, surgem as criaturas de divisa que, como nas ciências e na população contemporânea (macacos, ciborgues, mulheres) (Haraway, 1991), funcionaram como desestabilizadoras de seus respectivos comandos. Um ambiente muito grave no imaginário do gênero entre as diferentes representações da técnica em suas complexas relações com a identidade e a alteridade.

Uma expressão de mudanças na sabedoria de sua técnica e de tua conexão com o humano é a construção de uma figura tardia na história da CF: a figura do cyborg. Os dados históricos são condicionando de certa forma, o gênero, agudizou as tensões homem-máquina e ficção-fantasia. Essas tensões se refletem nas diferentes formas de idealizar os robôs.

A obra de Karel Capek Os robôs universais de Rossum (1966) tinha de fundo em tão alto grau a intensificação da luta de classes, como o desgosto dos rigores da primeira luta mundial. A visão que Capek começou a circular em 1920, quando introduziu pela primeira vez a expressão robota, que significa escravo em checo, é totalmente pessimista.

Durante longo tempo, a tv e o cinema mantiveram a visão apocalíptica revivendo a síndrome de Frankenstein. Nas transposiciones de vídeos analisadas que se apresentam posteriormente, aparece o desejo como o determinante, o desejo como item comum a representação do robô e como um risco constitutivo do humano.